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Friday, March 14, 2008

D. Lula


O presidente Lula está aprendendo história. Com o Rio cheio de cartazes de D. João VI, faz confusão mesmo ao carioca lançados nos ónibus nunca a menos de 60 à hora.
Mas os assessores de Lula lembraram-no de falar do Padre António Vieira, e da CPLP e dos Braganças no discurso do Real gabinete Português de Leitura. Os assessores do presidente Cavaco e a sua esposa, professora de português, nem isso.

D. Lula


O presidente Lula está aprendendo história. Com o Rio cheio de cartazes de D. João VI, faz confusão mesmo ao carioca lançados nos ónibus nunca a menos de 60 à hora.
Mas os assessores de Lula lembraram-no de falar do Padre António Vieira, e da CPLP e dos Braganças no discurso do Real gabinete Português de Leitura. Os assessores do presidente Cavaco e a sua esposa, professora de português, nem isso.

Saturday, March 8, 2008

Professor como todos e Brasil

19:35 Sábado, 8 de Mar de 2008
Com palavras de ordem de "está na hora da ministra se ir embora", assobios e gritos de "rua, rua" cem mil professores fizeram, esta tarde, em Lisboa um xeque-mate a Maria de Lurdes Rodrigues. Com o Terreiro do Paço cheio e quando já estavam prestes a terminar as intervenções dos representantes das 15 organizações que coordenaram a "marcha da indignaçao", o desfile de professores continuava a chegar à Praça.

Não estivesse eu no Rio de Janeiro, em trânsito para Lisboa, estaria no Terreiro do Paço.
Sendo assim passei pelo centro do Rio. Comecei pela Candelária, onde se instalou o missionarismo nestas terras. Visitei o Mosteiro de S. Bento e a sua Igreja, momento alto do cristianismo no Brasil. Passei pelo Real Gabinete Português de Leitura no momento, onde por coincidência, estava começando o programa conjunto com os Presidentes de Portugal e Brasil . Um pouco antes, passei pela igreja de São francisco de Paula, onde a Casa imperial brasileira mandou rezar um Te Deum. No Largo do Paço, está em obras o Museu Imperial, assim como outras igrejas do período, NS do Carmo, no largo 15 de Novembro. E terminei no Museu de história nacional onde está uma admirável exposiçao sobre a transferência de D. João para o Brasil para além de outros momentos altos. MAs se não fosse isto estaria no Terreiro do Paço.

Professor como todos e Brasil

19:35 Sábado, 8 de Mar de 2008
Com palavras de ordem de "está na hora da ministra se ir embora", assobios e gritos de "rua, rua" cem mil professores fizeram, esta tarde, em Lisboa um xeque-mate a Maria de Lurdes Rodrigues. Com o Terreiro do Paço cheio e quando já estavam prestes a terminar as intervenções dos representantes das 15 organizações que coordenaram a "marcha da indignaçao", o desfile de professores continuava a chegar à Praça.

Não estivesse eu no Rio de Janeiro, em trânsito para Lisboa, estaria no Terreiro do Paço.
Sendo assim passei pelo centro do Rio. Comecei pela Candelária, onde se instalou o missionarismo nestas terras. Visitei o Mosteiro de S. Bento e a sua Igreja, momento alto do cristianismo no Brasil. Passei pelo Real Gabinete Português de Leitura no momento, onde por coincidência, estava começando o programa conjunto com os Presidentes de Portugal e Brasil . Um pouco antes, passei pela igreja de São francisco de Paula, onde a Casa imperial brasileira mandou rezar um Te Deum. No Largo do Paço, está em obras o Museu Imperial, assim como outras igrejas do período, NS do Carmo, no largo 15 de Novembro. E terminei no Museu de história nacional onde está uma admirável exposiçao sobre a transferência de D. João para o Brasil para além de outros momentos altos. MAs se não fosse isto estaria no Terreiro do Paço.

Tuesday, January 22, 2008

Hoje leio Gilberto Freyre

Não significou, no caso brasileiro, o episódio de substituição da Monarquia pela República, em 89, repúdio absoluto do brasileiro ao regímen monárquico e sim a alguns dos seus característicos, entre os quais o abuso de centralização de poder, contra o qual vinham se acumulando, em numerosos brasileiros das diversas Províncias do Império, vítimas daquele abuso, ressentimentos seguidos por pendores descentralizadores ou, em têrmos políticos, federalistas. Era um abuso que poderia ter sido corrigido dentro do sistema monárquico de govêrno: a idéia, aliás, de Joaquim Nabuco: o Joaquim Nabuco naqueles dias mais revolucionário do que conservador, grande participante que fôra, de modo românticamente radical, da campanha abolicionista, também ela - essa campanha - antes expressão de um processo brasileiramente revolucionário, vindo de época pré-nacional do desenvolvimento social brasileiro, do que revolução específica no sentido convencionalmente patibular ou trágico de revolução.
( Mais em http://www.somosportugueses.com/mch/modules/icontent/index.php?page=753)

Hoje leio Gilberto Freyre

Não significou, no caso brasileiro, o episódio de substituição da Monarquia pela República, em 89, repúdio absoluto do brasileiro ao regímen monárquico e sim a alguns dos seus característicos, entre os quais o abuso de centralização de poder, contra o qual vinham se acumulando, em numerosos brasileiros das diversas Províncias do Império, vítimas daquele abuso, ressentimentos seguidos por pendores descentralizadores ou, em têrmos políticos, federalistas. Era um abuso que poderia ter sido corrigido dentro do sistema monárquico de govêrno: a idéia, aliás, de Joaquim Nabuco: o Joaquim Nabuco naqueles dias mais revolucionário do que conservador, grande participante que fôra, de modo românticamente radical, da campanha abolicionista, também ela - essa campanha - antes expressão de um processo brasileiramente revolucionário, vindo de época pré-nacional do desenvolvimento social brasileiro, do que revolução específica no sentido convencionalmente patibular ou trágico de revolução.
( Mais em http://www.somosportugueses.com/mch/modules/icontent/index.php?page=753)

Sunday, January 20, 2008

Esperança --- Uma num milhão


Princesa Dona Isabel,
Mamãe disse que a senhora
Perdeu seu trono na terra,
Mas tem um mais lindo agora.

No céu está esse trono,
Que agora a senhora tem,
Que além de ser mais bonito
Ninguém lho tira, ninguém.

Cantiga popular brasileira a propósito de D. Isabel de Bragança que ao assinar a Lei nº. 3353, a Lei Áurea (lei de ouro), redimiu da responsabilidade de governantes dos povos português e brasileiro, que haviam escravizado os negros. Também redimia a história do Império brasileiro, cuja mancha negra fora sempre a ESCRAVIDÃO. Por fim, remia a todos os negros do Brasil, os que ainda se encontravam no cativeiro - cerca de 600 a 700 mil -, mas a todos, que passavam a CIDADÃOS BRASILEIROS.

Esperança --- Uma num milhão


Princesa Dona Isabel,
Mamãe disse que a senhora
Perdeu seu trono na terra,
Mas tem um mais lindo agora.

No céu está esse trono,
Que agora a senhora tem,
Que além de ser mais bonito
Ninguém lho tira, ninguém.

Cantiga popular brasileira a propósito de D. Isabel de Bragança que ao assinar a Lei nº. 3353, a Lei Áurea (lei de ouro), redimiu da responsabilidade de governantes dos povos português e brasileiro, que haviam escravizado os negros. Também redimia a história do Império brasileiro, cuja mancha negra fora sempre a ESCRAVIDÃO. Por fim, remia a todos os negros do Brasil, os que ainda se encontravam no cativeiro - cerca de 600 a 700 mil -, mas a todos, que passavam a CIDADÃOS BRASILEIROS.
 
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